"Et nul ne comprenait sur quel fond de délices et de certitudes
La memóire future la memóire inconnue
Jouerai mieux que l' espoir
A jamais joué dans le commun dans l' habituel"
"E ninguém compreendia sobre que fundo de delícias e de certezas
A memória vindoura a memória desconhecida
Faria melhor do que a esperança
Para sempre implicada no vulgar no habitual"
in "uma longa reflexão sobre o amor (onde uma mulher é secreta, o homem é inútil)" de Paul Éluard, Últimos Poemas de Amor, trad. de Maria Gabriela Lllansol