onde foi que o espaço entre deixou de ser distância | de mais que os parêntesis de nada nos
servem...quando foi que o tempo nos causou alento | de mais estarmos juntos horas inteiras sem | saber dia ou noite... o que foi este amor que não sendo nomeado se sentiu | de mais para lá de ainda nem nos termos conhecido | eu sou o amor próprio | assim sorriu de dentro para a sua amada | fechando depois os olhos, deixou pousado num livro o sorriso e partiu
© cristina de oalves
Publicado no grupo Sintonia sobre Pretexto (facebook) a 2 de Janeiro de 2011