sábado, 20 de abril de 2013


do sorriso, a pôr-se com a luz, a crepitar atrás dos seus passos, indo, passo a passo em frente à porta, ficou

« pulsação rápida seguida de uma rotação do pescoço » 

entre a esquina da porta, no canto, do sorriso e das flores, o paladar sentiu

« um beijo e talvez o macio da pele » 

das marcas sumarentas e vermelhas, das cerejas, da tarde já distante chegou 

«um gesto em aceno »
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escrito: © cristina de oalves