sexta-feira, 28 de junho de 2013

o tempo somos nós que o inventamos.

e nem demos por ele a passar e outras parece que não passa. tarda em chegar. ou chega tão rápido. parte sem aviso ou fica guardado num livro, contido, à espera de voltar a ser folheado, lido, reescrito. também nos pode fechar a porta, dizendo adeus, ou deixar-nos à janela, sentindo o ar de um respirar vivo, renovado, esperando os bons dias.



 escrito/fotográfico: © cristina de oalves 

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abri mão ficar de pé
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