A confusão das árvores atrai, sobretudo, uma gazela em porcelana que deseja correr pelos nossos montes. Principia a desejar, ou a ver subir pelas patas frias, o milionésimo sentido veloz do universo que, nas manchas do seu pelo, estava irisado. Ao levantar, pela primeira vez, as patas, roçou a erva. O Universo estava disperso, e as folhas serviam para comer depois de terem derramado um estranho sabor na língua