sábado, 25 de janeiro de 2020

O cinema e eu, 2020

Tenho visto muitos filmes... e começa a ser tanta coisa para arrumar na minha cabeça que por algum lado tenho de começar e vai ser por aqui em jeito de arquivo (como de costume aliás). Vou criar neste blog uma página nova intitulada cinema. O género de filmes que mais gosto e que nela vão constar:
1. os que têm um narrador
2. os que são várias histórias dentro da história
4. os fotográficos/artísticos
4. os genuínos
5. os que surpreendem

Eu sei, o 4 e o 5 não parecem géneros cinematográficos, e não são, são géneros de filmes que gosto. E mesmo os outros não são géneros cinematográficos stricto sensu, só que, enquanto do 1 ao 3 conseguimos perceber que são tipos de filmes com um determinado critério objectivo associado e, por isso a definição de género não carece de mais explicação do que o que escrevo, o 4 e o 5 terei de explicar o que é isso de um filme ser “genuíno” ou de um filme “que surpreende”. Mas não vou antecipar explicações, uma vez que o que escrevo neste blog é, no essencial, para mim mesma, como meio de reflexão pessoal e arquivo, quando surgirem e se acumularem exemplos ficarão estas definições mais esclarecidas.

Talvez o ano de 2020 não seja mais do que isto por aqui... os filmes que vi e que vou vendo, ou talvez por aí me vá espreitando a poesia entre os dedos, a música pelo canto da orelha, a filosofia do sofá quando mudam as estações, ou do sol na pele em pleno verão, e talvez assim, a metafísica solene da gola levantada, neste frio de inverno, custe menos a aguentar.