quinta-feira, 7 de maio de 2020

Cenas de dança e contradança no cinema

Há numa imensidão de sites e blogues e publicações pessoais, em diversos canais online e redes sociais de partilha pública, com vídeos de momentos de dança de filmes. Contudo em nenhum dos que espreitei encontrei uma listagem de todos os que me interessavam rever e/ou arquivar. Para além disso na sua maioria incluem mesmo filmes de dança, e esses não me interessavam especialmente, nem que fossem de dança, nem sobre dança, nem musicais. Queria apenas rever algumas cenas de filmes que gostei e que incluem realmente passagens com dança. E queria ter assim o meu próprio arquivo. O único problema destes arquivos é que muitas vezes os links desaparecem... teria de os gravar eu e tal não me é possível. Bom, ficam enquanto ficarem. De qualquer maneira deixo registados os nomes dos filmes, fecham-se uns links abrem-se outros, é uma questão de se ir actualizando.

A dança tanto pode ter um efeito catártico, de extroversão, como ao contrário, pode bem servir para um momento em que nos viramos para dentro e nos deixamos ir connosco, mergulhados nos nossos pensamentos como se dançássemos com eles. A dança pode também ser um momento de conexão com o outro, tem esse poder de nos tocar e de nos dar a sensação que tocamos, ou pode ser um flash de energia que nos é lançado e quando damos por ela estamos a mover algo no nosso corpo, com ritmo ou sem ele. A dança tem qualquer coisa de magia e também de liberdade.
E começo pelo Funny Face (1957), dir. Stanley Donen